Por Alvaro Marinovich Um dos efeitos colaterais da digitalização no mundo é, sem dúvidas, a diminuição significativa da cibersegurança. Afinal, não é mais necessário que os infratores estejam presentes em um local específico para causarem prejuízos. Até então, as redes corporativas se encontravam dentro de um determinado ambiente. Para acessá-las, os usuários precisavam estar fisicamente no mesmo espaço, utilizando
Por Alexandre Reis Em segurança da informação, a premissa básica é NÃO SE SENTIR SEGURO!!! SEMPRE há a necessidade de NOS TESTARMOS CONSTANTEMENTE, para que os nossos hábitos não nos tragam alguma má surpresa. Para que a proteção aconteça de fato em uma corporação, é importante considerar duas vertentes primordiais: ACULTURAMENTO dos usuários e MONITORAMENTO ATIVO dos ambientes tecnológicos.
Ataques cibernéticos estão deixando de ser um elemento comum só em seriados futuristas ou filmes de ficção científica. Temos presenciado a atuação contundente de contraventores digitais e um número assustadoramente crescente de empresas que sucumbem a diversas vulnerabilidades, desde o vazamento de senhas e a circulação sem controle de dados sensíveis até o sequestro de informações estratégicas. Se por um
Uma pesquisa da Kaspersky, divulgada no último mês, mostra que apenas quatro entre dez empresas brasileiras que sofreram um incidente adotaram novas políticas ou fizeram requerimentos adicionais para melhorar a segurança digital – 10% relatam que não fazem absolutamente nada. O relatório também aponta as medidas mais comuns que as empresas atacadas – e que decidem fazer algo –
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