Por Alvaro Marinovich Um dos efeitos colaterais da digitalização no mundo é, sem dúvidas, a diminuição significativa da cibersegurança. Afinal, não é mais necessário que os infratores estejam presentes em um local específico para causarem prejuízos. Até então, as redes corporativas se encontravam dentro de um determinado ambiente. Para acessá-las, os usuários precisavam estar fisicamente no mesmo espaço, utilizando
Por Marcos Freitas Um incidente causado por falta de segurança da informação e privacidade pode ocorrer por diversos motivos: desde um descuido de um colaborador até uma invasão de malware no ambiente da empresa. Independentemente do porquê, todas essas são formas de expor, indevidamente, os dados do próprio negócio, de seus clientes, de parceiros, entre outros. Esse cenário pode
Proteger os dados da sua empresa significa mantê-la viva, com a possibilidade de continuar operando em segurança e sem prejuízos à marca e à saúde financeira. Essa é uma tarefa que tem se tornado cada vez mais complexa. Com os avanços da transformação digital e o surgimento, quase que diário, de novos riscos aos negócios, é comum notarmos as companhias
Por Alexandre Reis Em segurança da informação, a premissa básica é NÃO SE SENTIR SEGURO!!! SEMPRE há a necessidade de NOS TESTARMOS CONSTANTEMENTE, para que os nossos hábitos não nos tragam alguma má surpresa. Para que a proteção aconteça de fato em uma corporação, é importante considerar duas vertentes primordiais: ACULTURAMENTO dos usuários e MONITORAMENTO ATIVO dos ambientes tecnológicos.
A transformação digital e a LGPD impulsionaram as corporações, independentemente do tamanho ou segmento de atuação, a se atentarem, ainda mais, à cibersegurança. Engana-se quem pensa que essa preocupação se deve unicamente às ameaças externas a que o negócio pode estar exposto, como ransomware, vírus de todas as naturezas, entre outras técnicas que os cibercriminosos utilizam. O comportamento dos colaboradores
Ransomware é um malware que bloqueia ou criptografa os dados de um computador ou servidor, a fim de exigir pagamento de resgate para restabelecer o acesso aos dados. Essa é a ameaça número 1 para o setor de transporte e logística que, atualmente, está na mira de ataques cibernéticos por conta de cargas de alto perfil como os insumos/vacinas contra
Uma pesquisa da Kaspersky, divulgada no último mês, mostra que apenas quatro entre dez empresas brasileiras que sofreram um incidente adotaram novas políticas ou fizeram requerimentos adicionais para melhorar a segurança digital – 10% relatam que não fazem absolutamente nada. O relatório também aponta as medidas mais comuns que as empresas atacadas – e que decidem fazer algo –
O Brasil sofreu mais de 2,6 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos de janeiro a junho de 2020, de um total de 15 bilhões em toda a América Latina e Caribe, segundo um artigo publicado pela Reuters. No último trimestre, foi registrado um aumento considerável de ataques de “força bruta” em todo o mundo, que são as tentativas repetidas e sistemáticas
Esses fatores de risco podem não aparecer em um relatório oficial de avaliação de riscos, mas todo profissional de segurança deveria considerá-los. Os fatores tradicionais de gerenciamento de riscos que todos conhecemos incluem o processo sensato de categorizar ameaças e riscos potenciais, avaliar a probabilidade de sua ocorrência e estimar os danos que resultariam deles, se não fossem atenuados.
Embora cunhado há mais de 50 anos, o termo “Inteligência Artificial” (IA) começou a ganhar popularidade significativa apenas recentemente, a ponto de se tornar uma expressão usada em todas as áreas da sociedade, seja empresarial, governamental, militar, acadêmica, pesquisa e outras. As vantagens específicas do uso da IA são provavelmente tão numerosas quanto o número de casos de uso
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